
A Justiça determinou a internação, pelo prazo máximo de três anos, dos dois adolescentes responsabilizados pelo estupro e pela morte de Dandara Kellen Ferreira, de 18 anos. A jovem foi assassinada em setembro de 2025, após ser atraída para um encontro.
Segundo as investigações, Dandara foi vítima de violência sexual, morreu por asfixia e teve o corpo vilipendiado após o crime.
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Investigação apontou autoria dos crimes
A Polícia Civil realizou uma investigação com perícias e laudos técnicos que, segundo as autoridades, contribuíram para comprovar a participação dos adolescentes nos atos infracionais.
A decisão judicial determinou a aplicação de medida socioeducativa de internação. Pela legislação brasileira, a internação de adolescentes possui prazo máximo de três anos, com liberação compulsória aos 21 anos, conforme previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
Família cobra mudanças na legislação
A decisão gerou novos questionamentos por parte da família de Dandara, que continua cobrando justiça e mudanças na legislação brasileira.
Embora a gravidade do crime tenha provocado forte repercussão, a responsabilização dos adolescentes segue as regras específicas previstas para menores de 18 anos.
O caso permanece marcado pela mobilização da família em busca de mudanças na legislação relacionada a atos infracionais graves praticados por adolescentes.
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