
Movimento contra a reforma da Previdência municipal teve participação de 26 médicos; maioria dos atendimentos foi mantida.
A paralisação dos médicos da rede municipal de Divinópolis, realizada nesta segunda-feira (13), afetou o atendimento em 15 das 47 unidades de saúde do município. Segundo a Prefeitura, o movimento organizado pelo Sindicato dos Médicos de Minas Gerais (SinMed-MG) contou com a adesão de 26 profissionais, o equivalente a 14% dos 181 médicos da rede.
Com isso, aproximadamente 86% dos médicos permaneceram em atividade, garantindo o funcionamento da maior parte dos serviços de saúde do município.
📲 Receba as principais notícias de Divinópolis em primeira mão:
👉 https://chat.whatsapp.com/CbCgcFXwp6p09n3RaACZXm
Quais unidades foram afetadas?
De acordo com a Prefeitura, as seguintes unidades ficaram temporariamente sem atendimento médico:
- UBS Niterói;
- UBS Bom Pastor;
- UBS Afonso Pena;
- UBS São José;
- ESF Santos Dumont;
- ESF Terra Azul;
- ESF São Paulo;
- ESF Jardim das Acácias;
- ESF Ipiranga;
- ESF Planalto;
- ESF Belvedere;
- ESF Jardinópolis;
- ESF Candidés;
- ESF Vale do Sol;
- ESF Central.
Além dessas unidades, a Policlínica também registrou adesão de médicos ao movimento.
Mesmo com a paralisação, os demais serviços continuaram funcionando normalmente, incluindo atendimentos de enfermagem, vacinação, curativos, administração de medicamentos e outros procedimentos.
📲 Receba as principais notícias de Divinópolis em primeira mão:
👉 https://chat.whatsapp.com/CbCgcFXwp6p09n3RaACZXm
Motivo da paralisação
A mobilização foi aprovada em assembleia realizada pelo SinMed-MG na última quarta-feira (8). O protesto é contra a reforma da Previdência do Diviprev, aprovada recentemente pela Câmara Municipal de Divinópolis.
Rede municipal segue funcionando
A Secretaria Municipal de Saúde informou que a rede de Atenção Primária, formada por 47 unidades de saúde e 68 Equipes de Saúde da Família, manteve a maior parte dos atendimentos.
Também permaneceram em funcionamento os serviços da Policlínica, Caps III, Caps AD e demais unidades especializadas, conforme a programação habitual.
A Semusa informou que acompanha a situação e monitora o funcionamento das unidades para minimizar os impactos à população. O sindicato já sinalizou que poderá realizar uma nova assembleia para definir os próximos passos do movimento.







