Polícia Federal cumpre mandados em Formiga durante megaoperação contra fraude bilionária

A Polícia Federal cumpriu mandados em Formiga nesta quinta-feira (7) durante uma megaoperação contra um esquema bilionário de fraude fiscal envolvendo o uso de créditos tributários fraudulentos, conhecidos como “títulos podres”.
A ação ocorreu em conjunto com a Receita Federal do Brasil e o Ministério Público Federal.
Além de Formiga, os mandados foram cumpridos em cidades mineiras como Belo Horizonte, Contagem, Nova Lima, Campo Belo, Pouso Alegre e Itamarandiba.
📲 Entre no nosso grupo de WhatsApp e receba as principais notícias:
👉 https://chat.whatsapp.com/CbCgcFXwp6p09n3RaACZXm
As operações também ocorreram em municípios de outros estados, incluindo São Paulo, Osasco, Rio de Janeiro e Açailândia.
Segundo as investigações, o esquema teria causado prejuízo de aproximadamente R$ 770 milhões aos cofres públicos por meio de crimes tributários e lavagem de dinheiro. Ao todo, foram cumpridos 79 mandados em 17 cidades de cinco estados.
As ações fazem parte das operações Operação Títulos Podres e Operação Consulesa, que investigam uma organização criminosa especializada na compensação indevida de tributos federais.
📲 Entre no nosso grupo de WhatsApp e receba as principais notícias:
👉 https://chat.whatsapp.com/CbCgcFXwp6p09n3RaACZXm
De acordo com a PF, o grupo atuava por meio de escritórios de advocacia, consultorias tributárias e empresas de fachada, oferecendo falsas soluções para redução ou quitação de dívidas fiscais com créditos fraudulentos.
As apurações também apontam possível participação de servidores públicos e uma estrutura altamente organizada, com divisão de tarefas, captação de clientes e mecanismos sofisticados de ocultação financeira.
Na Operação Consulesa, fase 2, foram autorizados 29 mandados de busca e apreensão e quatro prisões preventivas. Já a Operação Títulos Podres cumpre 40 mandados de busca e apreensão e seis prisões temporárias.
A Justiça Federal determinou ainda o bloqueio de aproximadamente R$ 32 milhões em bens e valores para garantir eventual ressarcimento aos cofres públicos.
As investigações continuam com análise do material apreendido.







