Justiça mantém condenação de médica e plano de saúde após morte de paciente em Itaúna

A Justiça manteve a condenação de uma médica e de uma operadora de plano de saúde ao pagamento de R$ 30 mil após a morte de uma paciente submetida a uma cirurgia bariátrica em Itaúna.
A decisão foi da 12ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), que apontou falhas no pós-operatório confirmadas por laudo pericial.
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Na ação judicial, o marido e os filhos da paciente relataram que ela sofria de obesidade mórbida com predisposição ao diabetes e foi orientada pela médica a realizar uma cirurgia bariátrica pelo método da laparoscopia.
Segundo a família, o procedimento ultrapassou o tempo inicialmente previsto e, após questionamentos, a médica informou que houve alteração na técnica adotada durante a cirurgia.
Os familiares também afirmaram que, mesmo com a piora no estado de saúde da paciente no pós-operatório, marcada por infecção, não teriam sido adotadas as medidas necessárias para evitar o agravamento do quadro.
Diante da situação, a família entrou com ação contra a médica, o hospital e o plano de saúde, pedindo indenização de R$ 500 mil por danos morais.
Em sua defesa, a médica negou qualquer erro e argumentou que cirurgias bariátricas podem apresentar complicações independentes da atuação do profissional. Ela também alegou que o quadro clínico da paciente impossibilitava uma nova cirurgia.
Mesmo assim, a Justiça decidiu manter a condenação da médica e da operadora do plano de saúde.
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