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Semusa alerta sobre a importância da vacinação contra a poliomielite

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A Prefeitura de Divinópolis, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (Semusa), alerta sobre a importância da vacinação contra a poliomielite, doença essa que assombrou o mundo no século XX. Além disso, é feito o reforço do convite para esta vacinação, que ocorre até o dia 30 de setembro.

A poliomielite é uma doença que ocorre em crianças, que pode paralisar os músculos respiratórios e fazer com que a pessoa seja impossibilitada de respirar. No século passado, o vírus foi muito cruel com o mundo, os casos eram comuns e faziam os hospitais se tornarem um verdadeiro caos.  

A vacina oral contra a pólio foi criada pelo pesquisador médico, Albert Sabin e lançada em meados da década de 60. O médico chegou a renunciar dos direitos de patente para facilitar a utilização da vacina pelo mundo, o que justifica a importância da mesma no combate à doença.

A ameaça está de volta caso a vacinação não ocorra da maneira correta, por isso, cabe aos pais e responsáveis das crianças, levá-las para a vacinação. Uma vez que a vacina, além de direito, também é DEVER da população em casos como esse. 

Atualmente, a campanha contra a poliomielite está com cobertura de 57,35% com 6.014 crianças vacinadas do total de 10.487. A cobertura vacinal varia na mesma porcentagem para todas as idades-alvo. Entretanto, a preocupação é de que, para o país permanecer livre da doença é necessário que a cobertura seja de 95%.

Entre as crianças de 1 ano, foram vacinadas 1.564 de um total de 2.629, o que representa 59,49% de cobertura. Foram imunizadas 1.470 crianças de 2 anos de um público alvo de 2.616 (56,19%). De um total de 2.641 crianças de 3 anos, 1.548 receberam a vacina contra a pólio (58,61%). Outras 1.432 crianças de 4 anos foram imunizadas, de um total de 2.601, o que representa 55,06% de cobertura.

A vacinação estendeu-se até o dia 30 de setembro, a fim de alcançar uma maior porcentagem da população. Para vacinar as crianças, o responsável deve procurar as unidades de Atenção Primária de Saúde (APS), ou qualquer uma das cinco unidades do “Programa Saúde na Hora” e levar o cartão de vacina da criança em questão.

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