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Semdes informa levantamento dos valores da cesta básica em Divinópolis

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A Prefeitura de Divinópolis, por meio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento econômico Sustentável e Turismo (Semdes), informa o aumento do preço de produtos que compõem a cesta básica de alimentos. Este é o 4º mês consecutivo que os produtos registram alta.

De acordo com pesquisa realizada pelo Núcleo de Estudos e pesquisas Econômico-sociais (Nepes), da Faculdade UNA Divinópolis, em novembro, o custo médio da cesta básica de alimentos na cidade apresentou alta de 5,92% em relação a outubro, atingindo o valor de R$ 637,52. Em outubro o valor era de R$ 601,91.

Segundo o Nepes, na comparação de 12 meses, ou seja, entre dezembro de 2021 e novembro de 2022, o conjunto de alimentos considerados essenciais acumula alta de 21,4%. No acumulado do ano, ou seja, entre janeiro a novembro, a cesta básica de alimentos apresentou uma variação de 18,9%.

De acordo com o coordenador da pesquisa, professor Wagner Almeida, o preço médio do quilo da carne bovina de primeira teve uma elevação. “Sabemos que a carne corresponde a 36,3% da composição da cesta básica. Com isso, em novembro vimos um aumento de 2,33% nesse valor médio, em relação a outubro. Além disso, em 12 meses, ou seja, de dezembro de 2021 a novembro de 2022, o quilo da carne bovina de primeira apresentou alta de 9,8% em Divinópolis”, explicou.

Wagner ainda menciona que em novembro, dos 13 itens que compõe a cesta básica, além da carne, 10 tiveram aumento nos preços médios na comparação com o mês anterior, sendo eles: tomate (56,82%), banana (14,02%), feijão (10,38%), óleo (8,43%), farinha (7,96%), manteiga (4,74%), açúcar (4,66%), batata (4,36%), arroz (3,31%) e café (2,41%). Ele ainda ressalta que no caso do tomate, o motivo deve-se a menor oferta por causa do fim dos frutos na safra de inverno.

Os itens que apresentaram redução no mês de novembro foram o pão-francês (11,29%) e o leite (3,11%). Segundo o professor e coordenador da pesquisa, no caso do leite, o enfraquecimento da demanda diante dos altos patamares de preço e a maior oferta de leite no campo explicaram as retrações no mês.

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