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“Quem perder o auxílio emergencial poder vender pipoca”, diz líder do governo

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O líder do Governo Federal na Câmara dos Deputados, Ricardo Barros (PP-PR) disse em entrevista nesta semana que o fim do auxílio emergencial pode ser uma realidade. Ele justificou que isso pode acontecer porque aos poucos a economia do país estaria voltando ao normal e por isso talvez não fosse mais necessário manter o programa.

Pela lógica do Deputado, a abertura do comércio, dos serviços e a volta das festas representa uma oportunidade para quem vai perder o benefício. De acordo com ele, as pessoas poderiam aproveitar esse momento para fazer bicos nesses locais e nesses eventos para juntar um dinheiro a mais.

“Como nós estamos retomando a economia, vai ter natal, carnaval, futebol, as pessoas voltam a ter oportunidade de ter sua renda. Os indivíduos que hoje tão dependendo do auxílio porque não tem evento, eles não podem vender bandeirinha, não pode vender coco, não pode vender pipoca. Agora eles vão poder vender, vão ter renda”, disse o Deputado.

Ricardo Barros disse isso em entrevista para o site Congresso em Foco nesta semana. Ele está se referindo a massa da população que provavelmente vai ficar sem o Auxílio Emergencial. De acordo com as contas do próprio Ministério da Cidadania, estamos falando de algo em torno de 25 milhões de brasileiros.

Pelas informações do calendário oficial do Auxílio Emergencial, o Governo Federal vai seguir fazendo pagamentos do programa apenas até o fim deste mês de outubro. Logo depois, o projeto vai chegar ao fim. Só que ainda há uma ala dentro do Palácio do Planalto que defende uma prorrogação do benefício.

Prorrogação

O que se sabe até aqui é que não há unanimidade dentro do Governo Federal quando o assunto é a prorrogação do Auxílio Emergencial. Parte do Palácio do Planalto acredita que é preciso estender os pagamentos, outra parte acredita que não é necessário.

Quem defende a prorrogação argumenta que cerca de 25 milhões de pessoas que hoje recebem alguma ajuda do Governo ficarão sem nada a partir do próximo mês. Eles acreditam que isso poderia ser um desastre na vida desses cidadãos.

Outra ala, no entanto, acredita que uma nova prorrogação do Auxílio Emergencial poderia ser fatal para as contas públicas do país. Há o temor de que esse novo gasto possa acabar fazendo com que o programa ajude a quebrar o teto de gastos.

Auxílio Emergencial

Hoje o que se sabe é que o Auxílio Emergencial atende algo em torno de 35 milhões de brasileiros. São pessoas que estão em dificuldades para conseguir fazer renda nesta pandemia do novo coronavírus.

Esse número já chegou a ser bem maior. De acordo com o Ministério da Cidadania, cerca de 70 milhões de pessoas receberam pelo menos uma parcela do Auxílio Emergencial no ano passado. Pelo menos é o que se sabe.

Os valores dos pagamentos também caiu. Ainda de acordo com o Ministério, os repasses em 2020 chegaram a bater a marca de R$ 1,2 mil por mês para as mães chefes de família. Agora esse mesmo grupo recebe no máximo R$ 375.

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