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Prorrogação do auxílio emergencial vai depender da pandemia e vacinação; entenda

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O auxílio emergencial 2021 está repassando a sua segunda parcela para todos os beneficiários elegíveis. Nesta segunda-feira (31), o governo paga a última rodada aos participantes elegíveis via Bolsa Família cujo Número de Identificação Social (NIS) termina em 0, encerrando assim, o calendário de maio. No entanto, o assunto sobre a prorrogação do auxílio emergencial voltou a ser discutido.

Nas últimas semanas, o ministro da Economia, Paulo Guedes, sinalizou para uma provável prorrogação do benefício, tendo em vista a pandemia pelo novo Coronavírus.

Paulo Guedes volta a falar sobre a prorrogação do auxílio emergencial

Na última quinta-feira (27), o chefe da Economia, Paulo Guedes, voltou a falar sobre a prorrogação do auxílio emergencial 2021.

O benefício foi aprovado ainda em março, começou a ser pago em abril e será encerrado em julho. Contudo, o ministro disse que a eventual prorrogação depende do ritmo de vacinação e da evolução da pandemia.

De acordo com Guedes,

O auxílio emergencial é uma arma que temos e que pode, sim, ser renovada. Se as mortes continuarem e as vacinas não chegarem, teremos que renovar. Não é o nosso cenário hoje, mas é uma ferramenta que pode sim ser renovada.

Entretanto, o ministro também afirmou:

Se conseguimos vacinar 70% da população, com 100% dos idosos imunizados, não seria necessário estender o auxílio.

Portanto, a intenção do ministro é favorecer a prorrogação do auxílio emergencial apenas se o cenário da pandemia não for amenizado e a população não for vacinada em sua maioria.

Prorrogação é defendida por chefe do Senado

Anteriormente à fala do ministério da Economia, o presidente do Senado Federal, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), defendeu a edição de uma medida provisória (MP) para estender o auxílio emergencial 2021 no país por mais “um ou dois meses”, antes da implantação do que ele chama de “um programa social mais permanente” no Brasil.

Segundo Pacheco,

O que nos cabe agora, como homens públicos, responsáveis, tendo essa responsabilidade social, mas, obviamente, sem olvidar da responsabilidade fiscal, é identificar se esses quatro meses do auxílio emergencial serão suficientes ou se precisaremos estender por mais um ou dois meses.

Assim sendo, não há uma resposta definitiva sobre o assunto, visto que ainda serão pagas duas parcelas do benefício.

Brasil 123

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