
nquérito aponta atraso em cesariana de gestante de alto risco; bebê morreu horas após o parto.
A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) concluiu o inquérito que investigava a morte de um recém-nascido no Hospital Manoel Gonçalves, em Itaúna, e indiciou dois médicos obstetras por homicídio culposo.
Segundo a investigação, a gestante, que apresentava gravidez de alto risco, permaneceu em trabalho de parto induzido por mais de 12 horas, mesmo apresentando sinais de sofrimento fetal agudo.
📲 Receba as principais notícias de Divinópolis e região em primeira mão:
👉 https://chat.whatsapp.com/CbCgcFXwp6p09n3RaACZXm
Investigação aponta atraso em cesariana
De acordo com a Polícia Civil, durante o trabalho de parto houve solicitações para a realização de uma cesariana de urgência, mas o procedimento teria sido injustificadamente adiado.
O bebê nasceu em parada cardiorrespiratória, em decorrência de asfixia perinatal, e morreu poucas horas após o parto.
Placenta foi descartada de forma inadequada
A investigação também identificou o extravio e o descarte inadequado da placenta, fato que impossibilitou a realização de exames considerados importantes para o esclarecimento do caso.
Durante o inquérito, foram ouvidos familiares, profissionais de saúde e testemunhas, além da análise de prontuários médicos.
Médicos foram indiciados
Com base nas apurações, os dois obstetras foram indiciados por homicídio culposo, por suposta inobservância de regra técnica, além de conduta considerada negligente e imperita.
O inquérito foi encaminhado ao Ministério Público e ao Poder Judiciário, que darão prosseguimento às medidas legais cabíveis.
📲 Receba as principais notícias de Divinópolis e região em primeira mão:
👉 https://chat.whatsapp.com/CbCgcFXwp6p09n3RaACZXm







