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Polícia acha picanha e linguiça na cela de Glaidson Acácio, o ‘Faraó dos bitcoins’

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A vistoria na cela de Glaidson foi realizada após denúncias apontarem que o “Faraó dos bitcoins” e um comparsa, tinham materiais não permitidos no local. (Foto:reprodução)

Agentes da Cadeia Pública Joaquim Ferreira de Souza, no Complexo Penitenciário de Gericinó, em Bangu, Zona Oeste do Rio de Janeiro, fizeram uma vistoria na cela do empresário Glaidson Acácio dos Santos, dono da GAS Consultoria Bitcoin, e se surpreenderam com o que encontraram no local: picanha, linguiça e celulares.

De acordo com as informações da “TV Globo”, a vistoria foi realizada na terça-feira (28), na cadeia que também está Tunay Pereira Lima, que é outro preso suspeito de ter participado do esquema ilegal de bitcoins que, conforme aponta a Polícia Federal (PF), teria movimentado mais de R$ 38 bilhões.

Em nota, a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária afirmou que teve conhecimento sobre a ocorrência e, por isso, resolveu que os dois detentos serão transferidos para a penitenciária de segurança máxima Laércio da Costa Pellegrino (Bangu 1), também no Rio de Janeiro, até que sejam concluídas as apurações da Corregedoria.

Direção foi punida após o caso

Ainda segundo a secretaria, por conta dos itens encontrados e também por outras “reiteradas denúncias que afirmam que chegam materiais ilícitos na unidade”, a pasta resolveu exonerar toda a equipe da direção, o que inclui o diretor, subdiretor e chefe de segurança. Além disso, a entidade também afirmou que pretende ouvir todos os servidores da unidade nos próximos dias.

Por fim, a informação é que a vistoria na cela de Glaidson foi realizada após denúncias apontarem que tanto o “Faraó dos bitcoins” quanto Tunay tinham materiais não permitidos no local. Após a apreensão, o material foi encaminhado à 34ª DP (Bangu).

Relembre o caso da pirâmide financeira

O MPF revelou no final de agosto que estava investigando se a empresa GAS Consultoria Bitcoin, companhia com o maior número de investidores na cidade de Cabo Frio, no Rio de Janeiro, vinha praticando golpes do tipo pirâmide financeira.

De acordo com o órgão, o foco era Glaidson Acácio, dono da empresa, alvo de uma denúncia há dois anos por possível prática do crime utilizando uma aplicação disfarçada em bitcoins, uma criptomoeda.

Segundo o órgão, Glaidson Acácio prometia lucros de 10% por mês nos investimentos em criptomoedas. Todavia, no fim das contas, as pessoas que entraram no negócio acabaram com prejuízos enormes, pois o empresário ficava com o dinheiro para si, ou seja, não fazia nenhum investimento.

Hoje, de acordo com a Polícia Federal, Glaidson se encontra preso por ser suspeito de praticar crimes como: contra o sistema financeiro, organização criminosa e lavagem dinheiro.

Não suficiente, uma outra investigação, agora da Polícia Civil, apura delitos contra a economia popular, que é explorar o esquema de pirâmide e lavagem de dinheiro. Além de Glaidson, sua esposa também é suspeita de fazer parte dos crimes, mas ela se encontra foragida.

BRASIL 123

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