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Petrobras nega que exista definição sobre pagamento de vale-gás

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A Petrobras disse por meio de uma nota oficial que ainda não definiu nada sobre o possível pagamento de um vale-gás para a população carente no Brasil. Na última sexta-feira (31), o Presidente Jair Bolsonaro disse em entrevista que vai realizar os repasses desse programa com a participação de custeio da estatal.

“O novo presidente da Petrobras, o general (Joaquim) Silva e Luna, está com uma reserva de aproximadamente 3 bilhões de reais para atender realmente esses mais necessitados. Seria um vale-gás, seria o equivalente”, disse o Presidente nessa entrevista para um programa da emissora SBT.

Bolsonaro disse ainda que esse montante seria suficiente para ajudar pessoas em estado de vulnerabilidade a comprarem um botijão de gás a cada dois meses. Aliás, é assim que os benefícios de vale-gás estão funcionando pelo Brasil. O Governo Federal acabaria replicando portanto essa ideia.

No entanto, a Petrobras disse em nota que não há nenhuma definição sobre isso. De acordo com eles, ninguém bateu o martelo sobre isso. Pelo menos não até agora. Eles não negaram, entretanto, que podem estar começando a realizar reuniões. De qualquer forma, eles não confirmaram nenhuma dessas informações.

‘Não há definição quanto à implementação e o montante de participação em eventuais programas. Qualquer decisão estará sujeita à governança de aprovação e em conformidade com as políticas internas da companhia”, disse a estatal. Neste momento, portanto, não dá para saber qual vai ser de fato o futuro do vale-gás do Governo Federal

Auxílio nos estados

Não é só o Governo federal que quer pagar um auxílio para ajudar as pessoas a pagarem o botijão. Na verdade, alguns estados estão colocando isso em prática há algumas semanas. O caso mais emblemático é mesmo o do estado de São Paulo.

Por lá, o Governador João Dória (PSDB) está pagando três parcelas bimestrais de R$ 100. Isso significa dizer portanto que essas pessoas irão receber o benefício de dois em dois meses. O primeiro desses pagamentos, aliás, caiu há alguns dias.

Outros estados como Rio de Janeiro, Pernambuco e Rio Grande do Sul também estão considerando a possibilidade de realizar os pagamentos de um programa semelhante. No entanto, ainda não há nada de oficial sobre isso ainda.

Disputa política no gás

Não há como negar, no entanto, que toda essa questão está começando a criar uma grande disputa política no país. É que o Governador de São Paulo e o Presidente do Brasil são adversários declarados.

Nas redes sociais, apoiadores do Presidente costumam criticar o Auxílio Emergencial. Por outro lado, apoiadores do Governador de São Paulo costumam criticar os benefícios sociais do Palácio do Planalto. No entanto, há quem goste da disputa. É o que parece.

“É bom que eles briguem muito para provar quem é o melhor e subam cada vez mais os valores dos auxílios”, disse um internauta nas redes sociais. Aparentemente, uma grande quantidade de pessoas concordam com ele.

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