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Nike rompeu com Neymar após denúncia de abuso sexual, diz jornal

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Uma matéria publicada nesta quinta-feira (27) pelo jornal americano The Wall Street Journal afirma que Neymar, de 29 anos, teve o seu contrato com a Nike rompido após uma grave acusação contra o atacante brasileiro.

De acordo com a publicação, Neymar teria abusado sexualmente de uma funcionária da própria Nike e, por isso, o término repentino do acordo entre o jogador e a gigante de materiais esportivos. Logo após a revelação do jornal, a assessoria do jogador negou as acusações.

Relação entre Neymar e Nike 

O contrato entre Neymar e Nike foi desfeito em agosto de 2020. No entanto, na ocasião, nem a empresa e nem o jogador revelaram o motivo para o fim antecipado do acordo. Segundo a reportagem do jornal americano o contrato de marketing ainda tinha mais oito anos de duração.

Dias depois, o atleta assinou contrato com a empresa alemã Puma, que é sua fornecedora de materiais esportivos atuais. “Neymar Jr. se defenderá contra esses ataques infundados caso alguma denúncia seja apresentada, o que não aconteceu até agora”, disse a equipe do jogador em nota.

A acusação contra o atleta 

Segundo o The Wall Street Journal, a funcionária que supostamente foi vítima do atacante disse para amigos que, em 2016, Neymar tentou forçá-la a fazer sexo oral em seu quarto de hotel enquanto eles estavam em Nova York, para um evento da marca. Além disso, ela também alegou que Neymar ainda teria impedido a funcionária de deixar o quarto onde eles estavam e corrido atrás dela nu pelos corredores do hotel.

A revelação do caso só aconteceu em 2018, quando uma série de mulheres da empresa compartilharam experiências de assédio e discriminação. Desta forma, ao tomar ciência do fato, a Nike contratou advogados para conduzir uma investigação e decidiu romper o contrato de Neymar por conta das investigações.

Após o rompimento da marca com o jogador, a vítima ainda teria pedido para que a Nike se posicionasse publicamente sobre o caso, demonstrando que o comportamento do atleta não estava alinhado com os valores da empresa. Por fim, ela também pediu que a empresa passasse a utilizar cláusulas morais nos contratos de atletas.

BRASIL 123

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