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Maioria dos usuários do Auxílio Emergencial não recebem Bolsa Família

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O Governo Federal está seguindo nesta semana com as liberações dos saques da quarta parcela do Auxílio Emergencial para os informais. Nesta terça-feira (10), por exemplo, é a vez daqueles que nasceram no mês de junho. Pelo menos é o que diz o calendário oficial. Pouca gente sabe, mas os informais formam a maioria dos usuários do programa.

Hoje, de acordo com o Ministério da Cidadania, cerca de 37 milhões de brasileiros estão recebendo as parcelas do Auxílio Emergencial mensalmente. É certo que uma parte dessas pessoas estão pegando esse dinheiro através do Bolsa Família. No entanto, a grande maioria desses indivíduos são mesmo informais.

Segundo as informações oficiais, desse grupo de usuários do Auxílio Emergencial, cerca de 27 milhões são trabalhadores informais. São portanto brasileiros que se inscreveram no programa através do aplicativo oficial do benefício. Aqui também se incluem aqueles que estão no Cadúnico, mas que também não recebem o Bolsa Família.

Mas por que é importante saber essa informação? É que de acordo com esses dados, dá para perceber que a grande maioria dos usuários do Auxílio Emergencial não possuem um segundo programa social para se segurar depois que essa prorrogação chegar ao fim. E de acordo com o Governo, esse benefício vai acabar em outubro.

Então na prática, essas pessoas deverão receber as parcelas do projeto por mais três meses. Logo depois, se elas não conseguiram um emprego, ficarão sem nenhuma outra ajuda do Governo Federal neste sentido. E isso está se tornando cada vez mais uma preocupação para muita gente neste momento.

Mudança de benefício

Um dos planos do Governo Federal é inserir parte dessas pessoas dentro do novo Bolsa Família. A ideia do Planalto é que pelo menos uma parcela deles acabe embarcando no programa novo assim que o Auxílio Emergencial chegar ao fim.

Quando se fala em “uma parte”, no entanto, o Governo está se referindo a uma parcela bem pequena destas pessoas. Como dito, o Auxílio Emergencial está atendendo cerca de 27 milhões de informais. Deste grupo, no máximo dois milhões deverão migrar para o novo Bolsa Família.

Todos os outros deverão ficar sem nenhum tipo de renda a partir de novembro. É justamente por isso que uma ala do Congresso Nacional está fazendo pressão para que o Governo Federal aumente a quantidade de usuários. O Planalto, de fato, ainda não bateu o martelo sobre isso.

Além do Auxílio e do Bolsa Família

A grande questão é que antes mesmo do fim do Auxílio Emergencial, muitos brasileiros estão em situação complexa neste momento. É que muitos alegam que não estão recebendo nem um programa nem outro neste momento.

O Ministro da Economia, Paulo Guedes, costuma dizer que essas pessoas são “invisíveis”. São portanto brasileiros que estão em situação de vulnerabilidade, mas que mesmo assim não conseguem receber nenhum benefício do Governo.

De acordo com informações de bastidores, o Palácio do Planalto quer criar programas para atender esta parcela da população. Não se sabe, no entanto, quais projetos seriam estes e quando eles poderiam de fato sair do papel.

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