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Inflação sobe novamente e passa dos 10% pela primeira vez no ano

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cenário da inflação alta está sendo cada vez mais preocupante no país. Desta vez pela primeira oportunidade desde a criação do plano real em 1994, o mês de setembro atingiu um IPCA tão alto. O resultado de uma inflação em 10,25% dos últimos 12 meses se deve ao massivo aumento do preço do combustível e da energia elétrica.

A inflação acelerou 1,16% em setembro, de acordo com os dados que foram relevados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. A última vez que o mês de setembro havia atingido uma taxa tão alta foi lá em 1994, primeiro ano do plano real, quando fechou em 1,56%.

Gasolina e energia elétrica como maiores vilões da inflação

gasolina foi o item individual que mais contribuiu no último mês para o avanço da inflação. De acordo com os estudos do IBGE, o combustível representou 1,93 pontos percentuais sobre o índice geral de preços ao consumidor amplo. Em seguida aparecem os impactos causados pela energia elétrica, com 1,25 pontos e carne 0,67 pontos.

Mesmo que o cenário não seja nada positivo, era esperado uma inflação maior para o mês de setembro. Com o resultado de 1,16%, as prévias do mercado apontavam que teríamos um IPCA no último mês em pelo menos 1,25%.

Itens como habitação, com a crise de inflação dos aluguéis subiu consideravelmente, atingindo 2,56% no último mês, alimentação e bebidas com um aumento de 1,02% e os transportes com 1,82%. Entre os itens que tiveram quedas, apenas a educação, com um mísero -0,01%.

O que mais pesou e ainda deverá pesar

O maior destaque claramente foram os aumentos dos preços para habitação. Também é preciso destacar o avanço da energia elétrica, com um aumento de 6,47%. Acontece que em setembro tivemos a inclusão da bandeira da escassez hídrica, o que representou um acréscimo de R$ 14,20 para cada 100 kWh consumidos.

A maior consequência segundo os depoimentos do Governo Federal são as faltas de chuvas que acabam prejudicando os reservatórios das usinas hidrelétricas. Com isso, foram acionadas as termelétricas, que infelizmente tem um maior custo para a geração de energia.

Além disso, o combustível e etanol também voltaram a subir no último mês. Com o aumento da procura, também subiu o gás natural veicular (0,68%) e o óleo diesel que subiu (0,67%), mais caro.

Gás de botijão acumula uma alta de 35% no ano

Com uma alta de 34,67% nos últimos doze meses, o preço do botijão de gás é uma das maiores reclamações que o atual governo está tendo de enfrentar, ainda que poucas medidas foram feitas para conter a elevação dos preços.

inflação acumulada dos últimos 16 meses mostra que o preço do gás de cozinha já subiu quase 40%. Entre os alimentos, os maiores aumentos são para o grupo das frutas, com 5,39%, café moído 5,50% e frango inteiro com 4,50%. Os preços das carnes tiveram um leve recuo no último mês.

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