
Fãs, amigos e familiares poderão se despedir da cantora Adriana Araújo nesta terça-feira (03), durante velório aberto ao público na quadra da escola de samba Unidos dos Guaranis, no aglomerado Pedreira Prado Lopes, região Noroeste de Belo Horizonte. A cerimônia acontece das 10h ao meio-dia. O sepultamento será restrito aos familiares.

A sambista, de 49 anos, morreu na segunda-feira (02), vítima de um aneurisma cerebral.
🏥 Internação e quadro clínico
Adriana passou mal em casa no sábado (28) e foi levada a uma UPA. Devido à gravidade do quadro, foi transferida para o Hospital Odilon Behrens, onde exames confirmaram um aneurisma que provocou hemorragia de grande extensão.
Ela permaneceu internada em coma, sob cuidados intensivos. Segundo nota divulgada pela equipe no domingo (1º), o estado de saúde era considerado gravíssimo e irreversível. A morte foi confirmada nas redes sociais no fim da tarde de segunda-feira.
🌻 Trajetória no samba
Nascida em outubro de 1976, Adriana foi criada no aglomerado Pedreira Prado Lopes, uma das comunidades mais tradicionais da capital mineira, próxima ao bairro Lagoinha, considerado berço do samba em BH.
Cantora, compositora e mãe, Adriana deixa o marido, Evaldo Araújo, e o filho Daniel.
Ela integrou o grupo Simplicidade Samba ao lado do marido, tornando-se referência nas tradicionais rodas de domingo no Bar do Cacá, no bairro São Paulo. Em 2020, iniciou carreira solo.
Dona de voz marcante, dividiu palco com grandes nomes da música brasileira, como Leci Brandão, Fabiana Cozza e Jorge Aragão, além da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais.
Adriana também foi destaque na quarta temporada da série Favela S.A., exibida pela Record Minas, onde contou sua trajetória e a importância de suas origens na construção da carreira artística.
Reconhecida como símbolo de resistência cultural, Adriana Araújo deixa um legado importante para o samba mineiro e para a cena cultural de Belo Horizonte.
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