

O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, classificou nesta segunda-feira (2) a chamada Operação Fúria Épica como a ação militar mais “precisa, complexa e letal” já executada pelo país. A ofensiva foi realizada em conjunto com Israel contra o governo do Irã no último sábado (28).
De acordo com as informações divulgadas, o líder supremo iraniano, o aiatolá Ali Khamenei, de 86 anos, morreu durante os ataques. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou ainda que 48 líderes foram mortos na operação.
📌 Ofensiva marca início de campanha militar
Em coletiva realizada nesta segunda-feira, Hegseth e o chefe do Estado-Maior, general Dan Caine, detalharam que a operação não foi um ataque isolado, mas o início de uma campanha militar de grande escala, planejada há meses e executada com integração total das Forças Armadas americanas e apoio israelense.
“Nós não começamos essa guerra, mas sob o presidente Trump, estamos terminando”, declarou Hegseth. Ele acusou o regime iraniano de financiar milícias responsáveis por ataques contra americanos ao longo das últimas décadas e de utilizar mísseis, drones e o programa nuclear como instrumento de “chantagem”.
Segundo o general Dan Caine, o sinal verde para a ofensiva foi dado às 15h30 do dia 27 de fevereiro, quando Trump autorizou formalmente a ação.
A operação representa um novo e intenso capítulo na crise do Oriente Médio, elevando a tensão geopolítica e aumentando o temor de retaliações e impactos globais, especialmente no setor energético e na segurança internacional.
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