
Passado um ano das enchentes que atingiram o Rio Grande do Sul, cerca de 380 pessoas ainda vivem em abrigos temporários, a maioria concentrada na região metropolitana de Porto Alegre. Atualmente, há nove abrigos ativos distribuídos em oito cidades.
Em Canoas, o último abrigo em funcionamento é o Centro Humanitário de Acolhimento (CHA), localizado no Centro Olímpico, onde cerca de 216 pessoas ainda residem. Segundo a prefeitura, o espaço deve ser desativado até o fim de maio.
Outro abrigo da região, mantido por meio da mesma parceria institucional, acolhe cerca de 120 pessoas e também está em processo de encerramento. Para atender as famílias desalojadas, a Prefeitura de Canoas está construindo 58 casas temporárias, com entrega prevista ainda para este mês. Além disso, há planos para a construção de 1.500 unidades habitacionais definitivas para os atingidos.
No entanto, o desafio é grande: mais de 5.500 imóveis foram considerados inabitáveis e milhares de vistorias ainda aguardam conclusão.
Um ano de incertezas
As enchentes, que começaram no fim de abril e se estenderam por maio de 2023, completam um ano. Apesar do tempo decorrido, muitas famílias seguem sem respostas concretas sobre o futuro de suas moradias.
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