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Divinopolitano é preso acusado de se masturbar em ônibus lotado

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Por Hugo Serelo

Uma acusação de crime sexual foi registrada ao longo do fim da tarde de hoje (19) em Divinópolis. Um homem de 45 anos foi acusado de praticar atos libidinosos num ônibus de linha do Consórcio Transoeste.

Uma jovem passageira (que não terá a idade revelada nesta reportagem) estava ao lado do acusado e percebeu os fatos. De acordo com relatos de testemunhas, o autor usava uma bolsa no colo para disfarçar movimentos que fazia com a mão em suas partes íntimas enquanto olhava o corpo da passageira ao lado.

Encurralada, a vítima foi constrangida durante o ato libidinoso do autor.

Pelo pouco espaço para se locomover no ônibus que apresentava lotação máxima em função do horário de pico (17:30), a garota teve dificuldades para conseguir sair de seu local e se distanciar do elemento.

Ao ser informado sobre o crime sexual que teria ocorrido no interior do ônibus, o motorista parou o veículo no posto policial em frente à rodoviária, no bairro Santa Clara.

Os policiais colheram versões de acusado, vítima e testemunhas. O homem de 45 anos negou as acusações.

Porém, diante das evidências, o elemento foi conduzido à delegacia de polícia para prestar esclarecimentos.

A Polícia Civil investiga o caso com rigor.

Crimes Sexuais no Transporte Público

Não é a primeira vez que um crime de importunação sexual é registrado no transporte público divinopolitano. Porém, um padrão é percebido na maioria dos casos: o excesso de lotação de passageiros.

Em geral, abusadores esperam o momento de pico para agir nas aglomerações. Encoxadas, apalpadas, e bolinadas, de uma forma geral. Os horários do começo da manhã e do fim da tarde costumam ser os momentos desse tipo de crime.

Destaca-se que no episódio de hoje e nos anteriores, a empresa Consórcio Transoeste e todas as demais linhas sempre prestaram total respaldo às vítimas para acionar a Polícia Militar e registrar o boletim de ocorrências. Os motoristas sempre são solícitos, e não seria justo culpar totalmente a empresa pelo ato de um criminoso sexual.

Porém, é inegável que a existência de aglomerações no transporte público é um absurdo. Sobretudo em fase de Onda Roxa na pandemia de Covid-19.

Nossa equipe de reportagem acompanha o caso.

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