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Brasil-Presa por tráfico, filha de ex-deputado tem prisão domiciliar negada

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A defesa queria que Natielly respondesse o processo em prisão domiciliar, visto que ela é mãe de duas crianças menores de 12 anos

Natielly Karlailly Balbino, filha do ex-deputado Nilton Capixaba, e presa há duas semanas na Operação Carga Prensada, da Polícia Federal (PF), acusada de fazer parte de uma organização criminosa especializada no tráfico de drogas, teve seu pedido de prisão domiciliar negado pela 2ª Vara Criminal de Vilhena, Rondônia, na quinta-feira (30).

Durante a ação da PF, foram sequestrados 150 veículos, alguns de luxo, aeronave, lancha e até imóveis, tudo, de acordo com o órgão federal, comprados com o dinheiro ilícito do tráfico.

Na ocasião, a PF afirmou que, durante as investigações, constatou-se que os membros da quadrilha enviavam grandes quantidades de cocaína de Rondônia para outros estados, usando caminhões ou veículos de grande porte.

Ao todo, a corporação cumpriu 45 mandados de prisão. Dentre essas pessoas capturadas estava Natielly. Ela, que tem 35 anos, foi localizada em Cacoal, em Rondônia.

Defesa pediu prisão domiciliar

Depois da prisão, registrada no dia 15 de setembro, a defesa da mulher pediu para que ela respondesse o processo em prisão domiciliar. Segundo os advogados da moça, o pedido aconteceu porque ela é mãe de dois filhos de até 12 anos e estes menores dependem dela.

Todavia, em sua decisão, o juiz Adriano Lima Toldo disse que os filhos de Natielly “não estão completamente desassistidos, visto que estão sob os cuidados da avó”. Sendo assim, anda segundo o magistrado, a presença da mãe não é algo imprescindível no momento.

Operação da PF

De acordo com a PF, assim como explicado no começo da matéria, a organização criminosa da qual Natielly fazia parte foi responsável por levar  grandes quantidades de cocaína de Rondônia para outros estados. “Ao menos 2,5 mil quilos de drogas da quadrilha foram apreendidos nos meses de investigação”, informou a Polícia Federal.

Não suficiente, a entidade também revelou que o grupo realizava a aquisição de cargas de maconha do Mato Grosso do Sul para serem distribuídas nos estados de Rondônia e Acre. “Além do tráfico, a quadrilha atuava no comércio ilegal de armas de fogo, lavagem de capitais e falsidade ideológica”, completou a corporação.

Agora, com o pedido de prisão domiciliar negado, a filha do ex-deputado deverá continuar detida no presídio localizado em Cacoal. Segundo a PF, as investigações sobre a quadrilha continuam e outras pessoas podem acabar presas acusadas de fazerem parte do grupo criminoso.

Brasil 123

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