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Brasil-PM mata a ex-noiva e se suicida na sequência por não aceitar o fim do relacionamento

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Um caso de feminicídio foi registrado no final da noite de quinta-feira (14) em São João de Meriti, na Baixada Fluminense, no Rio de Janeiro. Por lá, um agente da Polícia Militar (PM) matou sua ex-noiva e se suicidou logo na sequência.

De acordo com as informações, o crime aconteceu porque o cabo Luz Felipe dos Santos Monteiro, que era lotado no 12º BPM (Niterói), não aceitava o fim do relacionamento.

Conforme as testemunhas do crime, o PM estava de folga no dia do feminicídio. Todavia, mesmo assim, ele foi usando sua farda até a casa da vítima, que já tinha deixado claro que pretendia acabar com o noivado, e a matou utilizando sua arma, a mesma que ele usou para tirar sua própria vida.

Segundo a PM, o caso foi repassado para a Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense, da Polícia Civil, que é quem investigará o caso. Até o momento, o nome da vítima ainda não foi revelado pela corporação.

Trabalho psicológico

Em nota, a PM lamentou o caso e ainda revelou que tem desenvolvido um trabalho que tem como foco o bem-estar e saúde mental da tropa, com atendimento psicológico intensificado aos agentes de segurança.

Ainda conforme a corporação, a entidade também está realizando programas que visam sensibilizar os policiais para questões relacionadas à violência doméstica.  Nesse sentido, contou a Polícia Militar, o cronograma do programa conta com a capacitação e sensibilização dos policiais para atuarem em ocorrência que envolvem violência contra a mulher e o descumprimento de Medidas Protetivas.

Também no Rio

Outro caso no Rio de Janeiro envolvendo feminicídio ocorreu em Queimados, na Baixada Fluminense. De acordo com a Polícia Civil, durante a ação, Fernando dos Santos Silva, de 33 anos, foi preso acusado de ter matado sua ex-mulher, Karina Marques, de 26.

De acordo com as informações, Karine, que tinha quatro filhos, foi assassinada ao ser enforcada dentro de casa, isso em julho deste ano – o corpo dela foi escondido e jogada em um valão.

Com as investigações, constatou-se que o motivo para o crime foi o mesmo que o do caso do PM, relatado há pouco: ele não aceitou o término da relação. Desde à época do assassinato, o suspeito estava foragido.

No entanto, o setor de inteligência e monitoramento da Polícia Civil descobriu que ele estava vivendo em uma casa de um parente seu, também em Queimados. Agora, o acusado será encaminhado para um presídio da região e ficará à disposição da Justiça.

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