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Bolsonaro critica Bolsa Família

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O Presidente Jair Bolsonaro voltou a criticar duramente os programas sociais da época do PT. Nesta quinta-feira (19), em conversa com apoiadores, ele comparou as práticas do PT com as práticas de Jesus Cristo. Ele até cita trechos da Bíblia cristã para dizer isso.

“Até tem uma passagem bíblica, se não me engano, quando Jesus dividiu o pão. Depois ele deu uma desaparecidinha, né? Daí o povo foi atrás. Foi atrás de Jesus, para quê? Para mais benefícios pessoais. Fizeram a ligação com o PT dando bolsa isso, bolsa aquilo? É o ser humano que tá aí. A Bíblia, pelo que eu sei, eu sou cristão, é a caixa-ferramenta do cristão, não é isso?”, diz Bolsonaro.

Ao fazer essa comparação, Bolsonaro na verdade quer dizer que os Governos do PT criaram uma espécie de massa da população que os segue por causa desses auxílios. Essa opinião não é, no entanto, nenhuma novidade. Bolsonaro sempre disse que pensava assim, antes mesmo de sua eleição.

A novidade agora é que o Bolsa Família continua durante o seu próprio Governo. E na verdade o programa está até maior agora do que era durante os governos do PT. Há algumas semanas, o Ministério da Cidadania, que responde pelo benefício, comemorou o número recorde de beneficiários no programa.

E ele deve continuar crescendo. Ainda de acordo com o próprio Governo Federal, o Bolsa Família vai passar por uma reformulação para atender ainda mais gente. Aliás, o objetivo do Ministro da Cidadania, João Roma, é que esse novo programa esteja pronto até o próximo mês de agosto.

Programas sociais de Bolsonaro

A visão de Bolsonaro sobre programas sociais do Governo costuma ser controversa. Na teoria, o Presidente costuma dizer sempre que é contra esses projetos. De acordo com o Presidente, esses auxílios podem acabar criando cidadãos muito dependentes do estado.

Mas na prática, Bolsonaro não só seguiu com os programas do PT como os deixou maiores. Além do caso do Bolsa Família, podemos citar aqui o próprio Auxílio Emergencial. Esse foi um programa do Governo que pagou valores de R$ 600 e R$ 300 durante a pandemia do novo coronavírus entre os meses de abril e dezembro do ano passado.

O Auxílio, aliás, já está passando por novos pagamentos este ano. O Governo tem R$ 44 bilhões para distribuir para algo em torno de 40 milhões de pessoas. É portanto um dos maiores programas de transferência de renda em todo o mundo.

Além do Auxílio Emergencial

Além do Auxílio Emergencial, o Governo colocou de pé uma série de outros projetos de transferência de renda na pandemia. Um deles, por exemplo, foi o de Preservação do Emprego e da Renda. De acordo com esse projeto, os trabalhadores poderiam ter a redução na jornada e no salário ou mesmo a suspensão do contrato de trabalho.

Em resposta, o Governo Federal pagava boa parte da renda desses trabalhadores neste meio tempo. Assim, não dá para dizer que o próprio Governo Bolsonaro não aposta em programas sociais para passar por crises. Mas o Presidente segue negando isso.

Em entrevistas recentes, ele vem criticando duramente os governadores que estão pagando as suas próprias versões do Auxílio Emergencial. O argumento do Presidente é o mesmo: ele não quer que o estado crie pessoas dependentes. E você? Qual a sua opinião sobre esse tema?

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