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Auxílios emergencial: 85 milhões de brasileiros precisariam, diz IBGE

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O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou novas informações nesta quinta-feira (19). De acordo com dados da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POE), cerca de 84,9 milhões de brasileiros estão passando fome ou pelo menos em situação de insegurança alimentar no Brasil. Pelo menos é isso o que o levantamento diz.

De acordo com essas informações, dá para dizer que essa é a taxa de pessoas que estão precisando de alguma ajuda do Governo neste momento. Em números gerais, isso representa cerca de 41% da população brasileira, ou seja, pouco menos da metade do país precisa de auxílios para pagar contas e comprar comida neste momento.

Os dados ficam ainda mais alarmantes quando se sabe que esses números na verdade representam um cenário pré-pandemia. Isso porque de acordo com o IBGE esses são os cenários dos anos de 2017 e 2018. Imagina-se portanto que a situação agora está ainda pior. Isso porque o desemprego aumentou e a inflação também.

Os números indicam que apenas uma parcela dessas pessoas que estão precisando de ajuda realmente conseguiram entrar em projetos. De acordo com informações do Ministério da Cidadania, apenas 37 milhões de brasileiros estão recebendo as parcelas do Auxílio Emergencial neste momento.

Além disso, a tendência é de que o número de pessoas assistidas por projetos sociais do Governo diminua a partir de novembro. É que o Auxílio Emergencial e o Bolsa Família irão chegar ao fim em outubro. E o programa que vai ficar no lugar dos dois não deve atender mais do que 17 milhões de cidadãos.

Além do IBGE

Mas é preciso lembrar que mesmo essas pessoas que estão recebendo auxílios do Governo Federal ou dos estados, costumam ter dificuldades para se manter. É que os valores desses benefícios são cada vez mais baixos.

De acordo com o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE), o valor mais alto do Auxílio Emergencial do Governo Federal não é suficiente para comprar uma cesta básica em nenhum estado que registra dados de preços desse item. Então nem essas pessoas estão em situação confortável.

É é preciso lembrar que estamos falando aqui apenas da questão da comida. Naturalmente essas pessoas também precisam pagar por produtos de higiene e limpeza. Isso sem contar das contas de água, luz e aluguel, que chegam todos os meses.

Invisíveis

Toda essa discussão acaba levando o debate para os invisíveis. Esse é o termo que o Ministro da Economia, Paulo Guedes, usa para se referir aos brasileiros que estão em situação de vulnerabilidade, mas que não estão recebendo nenhuma ajuda do estado.

De acordo com Guedes, o Presidente Jair Bolsonaro vem mostrando preocupação com a situação dessas pessoas. Por isso, o Governo estaria prometendo criar novos projetos para atender mais essa parcela da população nos próximos meses. Essa é a ideia.

No entanto, os detalhes acabam por aí. Não há hoje no Governo Federal qualquer novidade sobre a criação de um programa social novo para atender pessoas que estão em situação de vulnerabilidade e que não estão recebendo auxílio nenhum no momento. Pelo menos não até agora.

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