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Auxílio Emergencial pode ser mantido se a pandemia permanecer no país

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O presidente da república, Jair Bolsonaro, afirmou nesta sexta-feira (30) que se a pandemia da Covid-19 permanecer no país, o auxílio emergencial será mantido para atender a população brasileira.

“A gente espera que, com a vacina e com a questão da pandemia sendo dissipada, não seja mais preciso isso [auxílio emergencial] mas, se porventura continuar, nós manteremos o auxílio emergencial”, disse o chefe do Executivo em entrevista à 89 FM (SP), nesta manhã.

A nova declaração do presidente contradiz a sua posição inicial sobre o benefício. Em 2020, Bolsonaro criticava o pagamento do auxílio – R$ 600 na época. Na época, tinha até cogitado transferir os recursos do programa para o ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, investir em obras públicas.

Todavia, o auxílio emergencial foi liberado até dezembro do ano passado, e passou por uma pausa nos três primeiros meses de 2021. Agora, com uma prorrogação de três meses, o benefício será distribuído até outubro.

Auxílio Emergencial e Bolsa Família

Embora a extensão já tenha sido confirmada, o presidente avalia que os benefícios do auxílio emergencial e do Bolsa Família precisam ser analisados, uma vez que são duas medidas que gastam muitos recursos da União.

“Temos que pensar nisso, e gastar dinheiro nisso, ou se endividar, o que é a palavra mais correta, para atender aos mais necessitados até que a economia volte a ser normalizada”, disse Bolsonaro, que afirmou passar ainda hoje por uma reunião com a equipe da Economia para definir o novo valor do Bolsa Família.

O gestor do país ainda ressaltou que o Governo deve editar uma Medida Provisória (MP) para o início de agosto, a fim de viabilizar a reformulação do Bolsa Família. A expectativa do presidente é ampliar o valor médio do benefício e o número de famílias atendidas pelo programa social.

Crente do avanço da vacinação no país, Bolsonaro manteve a promessa de que toda população adulta brasileira estará imunizada até o fim do ano, assim como afirmou o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga.

“Nossa programação foi bem feita e está sendo executada”, afirmou o presidente com tom de otimismo. Embora reconheça a importância do progresso da campanha de vacinação nacional, Bolsonaro ponderou que a imunização não será obrigatória à população.

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