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Brasil

Auxílio emergencial: 1ª parcela do benefício ainda em março; veja a data prevista

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O ministro da Economia, Paulo Guedes, revelou que o valor das próximas parcelas deve ficar entre R$ 175 e R$ 375. O anúncio foi feito nesta semana.

Na declaração, o parlamentar defendeu a quantia do auxílio emergencial 2021 e disse que o ministério da Economia não é o principal responsável pela estimativa, mas que recebe as informações e informa os parâmetros básicos.

“Esse é um valor médio, porque se for uma família monoparental, dirigida por uma mulher, aí já é R$ 375. Se tiver um homem sozinho, já é R$ 175. Se for o casal, os dois, ai já são R$ 250. Isso é o Ministério da Cidadania, nós só fornecemos os parâmetros básicos, mas a decisão da amplitude é com o Ministério da Cidadania“, explicou o ministro em coletiva no Palácio do Planalto, de acordo com informações do portal Metrópoles.

Já o valor médio, deve ser mesmo informado anteriormente: R$ 250. A quantia deve ser paga por pelo menos mais quatro meses. O ministro não informou quando o auxílio emergencial deve voltar, mas disse que a aprovação está próxima.

O auxílio emergencial foi fundamental para garantir renda as famílias de baixa renda duramente impactadas pela pandemia da Covid-19.

O ministro da Cidadania, João Roma, projetou nesta semana que o auxílio emergencial deve ser retomado já em março. O novo auxílio emergencial pode começar a ser pago caso a Câmara dos Deputados aprove até a próxima semana a PEC Emergencial, que viabiliza a retomada do benefício.

“Conseguindo aprovar até a próxima quarta, a equipe do ministério pretende que consigamos fazer os pagamentos ainda em março. Essa é a meta estabelecida pelo presidente Bolsonaro. Ele anunciou o auxílio emergencial no valor de R$ 250 por quatro meses. Pelo que conversei com o presidente da Câmara, Arthur Lira, o intuito é votar na próxima semana”, disse ele.

Segundo Roma, a operação complexa de pagamento do benefício ao longo do ano passado deu ao ministério um know-how e gerou um imenso banco de dados sobre os beneficiários. “Não é uma operação simples, é uma operação muito grande. São milhões de beneficiários do programa. Então, ajustar tudo isso, fazer o cruzamento de dados, inclusive limpando do banco de dados alguns que não fazem jus ao recebimento”, pontuou.

“O cruzamento desses dados já gera um conforto maior na medida em que começamos a perceber justamente alguns públicos específicos que não devem receber o auxílio. O primeiro pagamento atingiu mais de 68 milhões de brasileiros e terminou com cerca de 55 milhões. E, com o cruzamento desses dados, devemos ter um universo de cerca de 46 milhões de brasileiros nesse novo auxílio. É um grande avanço, são muitas informações para que esse recurso público chegue diretamente àquele brasileiro que mais precisa. É um trabalho que o Ministério da Cidadania tem desenvolvido com muita atenção, cuidado e afinco”, complementou.

O ministro da Cidadania voltou a destacar que política social e política econômica são duas faces de uma mesma moeda. “Precisamos ter muita responsabilidade em todo esse caminho, tanto para cuidar desses brasileiros que mais precisam do apoio do governo como também para manter a estabilidade econômica, pois uma vez que tenhamos problema na área econômica, todos os brasileiros são afetados”.

Auxílio emergencial em 2021: vai precisar de cadastro?

Não será necessário que o cidadão faça nenhum tipo de novo cadastro para receber as novas parcelas do auxílio emergencial.

Conforme mencionado acima, não será necessário que o cidadão brasileiro realize cadastro no Governo Federal. Sendo assim, os mesmos beneficiários que já se cadastraram e receberam no ano passado serão os mesmos que vão receber este ano.

Mas vale ressaltar que nem todos receberão. Acontece que o Governo implementou o chamado pente-fino a fim de cruzar os dados de diversos brasileiros, o que reduzirá o quantitativo de pessoas que vão receber o auxílio emergencial. Sendo assim, apenas os mais necessitados devem ter acesso as mesmas.

Quantidade de beneficiários vai reduzir: Entenda

Aproximadamente 33 milhões de cidadãos brasileiros, além dos mais de 14 milhões de beneficiários do programa Bolsa Família, foram selecionados através de um cruzamento de bancos de dados, que foi utilizado como funil para determinar os contemplados da nova rodada do auxílio emergencial. O trabalho foi realizado nos últimos 11 meses.

O primeiro benefício, que começou a ser pago em abril do ano passado chegou a mais de 65 milhões de pessoas. Porém, com a prorrogação que se iniciou em setembro e com a distribuição do valor pela metade, o auxílio atendeu 57 milhões de cidadãos.

Foi utilizada uma plataforma desenvolvida pelas secretarias de Governo Digital e de Previdência e Trabalho para o cruzamento de 11 bases de dado. O novo método também será utilizado para futuros programas de distribuição de renda e de emprego.

Entre as 11 bases utilizadas estão o INSS, MEI, CNIS e Caged. Com apenas o uso do CPF do cidadão é possível discernir se é servidor público, militar, aposentado, pensionista, empresário e quem são seus herdeiros/dependentes no Imposto de Renda.

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