
Autoridades venezuelanas afirmaram nesta quinta-feira que o ataque militar dos Estados Unidos à Venezuela, que resultou na deposição e captura do presidente Nicolás Maduro, deixou cerca de 100 mortos. A declaração foi feita pelo ministro do Interior da Venezuela, Diosdado Cabello, em programa de televisão estatal.
Segundo Cabello, o número de vítima, ainda preliminar, inclui soldados, civis e funcionários de segurança, e um número semelhante de feridos também está sendo contabilizado. Autoridades venezuelanas relataram que uma parte significativa do contingente de segurança de Maduro foi morta “a sangue frio” pelos militares durante a operação.
Cabello também afirmou que Maduro sofreu uma lesão na perna no ataque, enquanto sua esposa, Cilia Flores, teria sofrido ferimento na cabeça, mas ambos estariam se recuperando. A liderança interina da Venezuela, sob a presidente Delcy Rodríguez, decretou uma semana de luto em homenagem aos militares que morreram durante a ação.
O governo venezuelano também relatou que infraestruturas que não tinham uso militar foram destruídas, incluindo instalações científicas e depósitos de medicamentos, e que mísseis atingiram áreas residenciais na região de La Guaira, resultando em pelo menos uma morte civil, segundo relatos oficiais.
Até o momento, o governo dos Estados Unidos não divulgou números oficiais de vítimas da operação, e as informações sobre o número de mortos e feridos permanecem sob tensão entre as partes envolvidas.
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