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A verdade sobre o caso dos cavalos eletrocutados

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A reportagem da FOLHA obteve informações da Revista Horse, especializada na divulgação de assuntos do segmento animal, e conseguiu localizar os envolvidos para saber o que de fato ocorreu no acidente

Ao contrário dos boatos que circularam, que narravam que o fato havia acontecido nos últimos dias nos Agrelos, área rural de Itaguara, a situação ocorreu muito distante, no Vale do Paraíba, interior de SP.

Uma cavalgada entre amigos realizada no último dia de 2020, 31 de dezembro, em Tremembé, na região de Taubaté, interior de São Paulo, acabou em tragédia. Quatro cavalos da raça Campolina foram eletrocutados e morreram na hora ao passar próximo de um fio de alta tensão caído na estrada de terra. Apenas um dos cavaleiros se feriu.

o acidente, que ganhou repercussão em redes sociais e grupos de WhatsApp nos últimos dias, com imagens impressionantes dos animais eletrocutados em chamas. Segundo um dos participantes, Ibraim Ale Wehbe, o grupo de amigos de cinco pessoas fazia uma cavalgada de confraternização de final de ano nas estradas de terra na região de Tremembé, onde possuem uma propriedade. Quatro deles estavam montando animais da raça Campolina e andavam juntos, enquanto um outro cavaleiro, montado em Árabe, acompanhava o grupo a uma distância mais longa. Ao passarem próximos a um fio de alta tensão caído na estrada, as ferraduras dos animais atraíram a carga elétrica e os cavalos desabaram na hora, mortos. Um dos cavaleiros ficou com a perna presa embaixo do animal, e também recebeu parte da carga elétrica, chegando a desmaiar. Foi reanimado pelos amigos e encaminhado ao hospital, apenas com queimaduras leves na perna. “Conseguimos puxar pela sela e tirar o animal de cima dele. Por pouco não morreu”, conta Ibraim. Ele afirma que viu o cabo caído na estrada, mas os animais não chegaram a pisar. “A carga elétrica foi atraída pelas ferraduras. Caímos praticamente todos juntos e os animais já estavam praticamente mortos”, conta, destacando que os animais não tiveram nenhum tipo de reação, apenas desabaram mortos no chão. “Foi uma grande “sorte” todos nós não termos morrido no local”, relata. Ibraim conta que até os socorristas do Corpo de Bombeiros chegaram cerca de uma hora depois do chamado e ficaram impressionados com o ocorrido, comentando que foi uma grande “sorte” todos não terem morrido. Segundo os relatos dos bombeiros, afirmou Ibraim, a carga elétrica era de 7.500 volts, por isso o impacto mortal. Os cavaleiros não sofreram maiores danos por causa da sela, que neutralizou a carga elétrica, atingindo apenas um deles, que ficou com a perna presa ao estribo, embaixo do animal caído. Ibraim conta que os quatro cavalos Campolinas tinham entre quatro e cinco anos e foram comprados juntos há pouco tempo, justamente para fazer passeios pela região. Cada animal valia em torno de R$ 20 a R$ 30 mil. “Tínhamos muita afinidade com os cavalos”, diz, destacando que a Companhia Bandeirantes, responsável pela rede elétrica da região, se comprometeu em arcar com os prejuízos e indenizar os envolvidos no acidente.

A reportagem da Folha Claudiense teve acesso às imagens exclusivas feitas pelos próprios envolvidos no acidente

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