Justiça pode levar biomédica Lorena Marcondes a júri popular por morte de paciente em Divinópolis

O Tribunal de Justiça de Minas Gerais deve decidir nos próximos dias se a biomédica Lorena Marcondes será levada a júri popular pela morte de Íris Martins, ocorrida em maio de 2023.
Íris Martins tinha 46 anos e morreu após sofrer uma parada cardiorrespiratória durante um procedimento estético realizado na clínica da biomédica, localizada no Centro de Divinópolis.
Investigação e denúncia
A Polícia Civil de Minas Gerais indiciou Lorena Marcondes por homicídio doloso qualificado pelo motivo torpe e pela traição com dolo eventual.
Já o Ministério Público de Minas Gerais apresentou denúncia por homicídio com dolo eventual e fraude processual.
Uma audiência foi realizada pelo juiz Ivan Pacheco de Castro, da Primeira Vara Criminal de Divinópolis. O objetivo foi analisar provas e definir se o caso deve ser levado ao Tribunal do Júri.
Audiência não foi concluída
Segundo o advogado de defesa, Fabiano Lopes, a audiência não foi concluída devido à ausência de testemunhas que haviam sido intimadas.
Outras condenações
Além deste processo por homicídio, Lorena Marcondes já foi condenada em outros dois processos relacionados a erros graves em procedimentos estéticos.
Atualmente, ela cumpre medidas cautelares impostas pela Justiça, que incluem:
- comparecimento mensal para comunicação judicial
- proibição de sair da comarca de Divinópolis
- proibição de manter perfis pessoais ou profissionais em redes sociais
A decisão sobre o envio do caso ao júri popular deve ser anunciada após a conclusão da fase de instrução do processo.
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